A maioria quer parecer. Poucos aguentam ser.
Você não é o problema. O modelo que você está tentando operar é que não fecha.
Toda semana, uma carta.
Não é newsletter. É conversa. Do tipo que você não tem com mais ninguém.
Gratuito. Sem fórmula. Sem funil.
A história não é bonita.
É real.
Eu sou de Itajaí, Santa Catarina. Comecei a trabalhar aos 16 como office boy e em dois anos já tinha trocado três empregos. Um padre me disse uma vez que eu não tinha perfil pra trabalhar pros outros. Na época eu achei exagero. Hoje eu sei que ele tava certo.
Aos 18 saí de casa e fui pro Rio Grande do Sul. Conheci a Dailane pelo Twitter, a gente casou quando eu tinha 20 anos e logo veio o Bernardo, nosso primeiro filho.
Eu já vivia da internet nessa época. Escrevo desde criança, sempre me comuniquei bem, e naturalmente fui parar produzindo conteúdo, palestrando pelo Brasil, vendendo livros nos eventos que eu mesmo organizava. Cheguei a viralizar um post que me deu 50 mil seguidores do dia pra noite. As coisas estavam andando.
Só que eu sempre fui duro. Opinado. Sem filtro. Fui colecionando inimizades pelo caminho sem perceber o tamanho da conta. E quando essa conta chegou, veio tudo junto: cancelamento, agenda zerada, e-commerce parado, reputação no chão.
A gente foi pro Rio de Janeiro morar com os sogros. Sem renda, com filho pequeno. A Dailane fazia docinhos de madrugada e eu saía vendendo nos comércios. R$2, R$3 por unidade. Tentamos empadão também. Não tem lição bonita nessa parte. Tinha boleto.
Alguém viu alguma coisa em mim e me deu uma chance como atendente de suporte. Eu comecei respondendo e-mail. Não demorou muito pra eu criar o departamento comercial, montar as campanhas e lançar os cursos. Virei diretor de marketing. Depois fui chamado pra outro grupo e virei diretor de branding.
Mas um dia meu filho bateu na porta do escritório e pediu pra entrar na minha agenda. Na minha agenda. Meses antes ele quase tinha morrido de meningite e eu tava em outra cidade, trabalhando.
Pedi demissão em dezembro de 2023 e montei meu próprio negócio. A Íntegros nasceu de uma convicção que eu paguei caro pra aprender: a resposta quase nunca é mais marketing, mais funil, mais mentalidade. É engenharia do modelo, dos preços, do tempo. Integridade não é valor de marca. É o único alicerce que não cede.














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